Quitar contas e reformar a casa são principais motivos para se tomar consignado privado

 De acordo com levantamento da fintech de crédito Grupo H, houve aumento de 115% na busca de crédito para limpar o nome

Ilustração: Peggy & Marco Lachmann-Anke/Pixabay

A pandemia trouxe várias lições e uma delas foi a importância de ter o nome limpo para acessar crédito mais barato num momento de necessidade. Claro, o recomendado mesmo é não precisar de empréstimo e poder contar com uma reserva financeira para emergências. Mas o brasileiro ainda está no começo da jornada da educação financeira, e apenas uma minoria tem hoje dinheiro guardado.

Segundo levantamento do Grupo H, empresa que oferece consignados para trabalhadores do setor privado, houve aumento na busca por crédito para "limpar o nome na praça". A empresa aceita negativados, que consistem em 56% dos seus clientes, com média de três pendências por CPF. De acordo com o time de dados da empresa, as principais razões para tomar crédito consignado são:

  • Quitação de contas (67%);
  • Reforma (15%);
  • Aquisição de produtos (5%);
  • Outros (investimento, estudos, intercambio, viagens): 4% .

A empresa informa que, entre seus clientes, o número de endividados com nome sujo cresceu 10% em 2020 em relação a 2019.

Na comparação de janeiro a novembro de 2019 para igual período de 2020, houve aumento de 115% da busca por crédito para regularização de nome, e de 24% para quitação de contas. Por outro lado, o empréstimo para aquisição de produtos caiu 34% no período.

"Com a pandemia, as pessoas começaram a ficar inseguras com emprego. Antes bastava ter uma carteira assinada. Tivemos um aumento grande das pessoas procurando empréstimo não para consumo, mas para pagar dívidas. Antes era tranquilo para quem tinha emprego, mesmo com nome sujo. Hoje, como há instabilidade, os bancos limitaram as linhas de crédito e isso trouxe uma necessidade de as pessoas terem um escore muito bom e o nome limpo traz total diferença na hora da análise dos bancos", diz Fernando Ferraz, que é fundador e presidente do Grupo H.

Por: Isabel Filgueiras | Fonte: Valor Investe 

O dinheiro físico vai acabar mesmo?

O fim do dinheiro físico está próximo... Será mesmo?

Foto: 3D Animation Production Company/Pixabay

Alguns especialistas vêm prevendo uma sociedade sem dinheiro físico há mais de 50 anos. Mais recentemente, a pandemia do novo coronavírus intensificou essas previsões. Estamos mesmo às beiras de um mundo de dinheiro totalmente digital? O que isso significaria na prática?

Pra começar: o que é fim do dinheiro físico? Quem fala em sociedades sem dinheiro físico costuma se referir ao desaparecimento das cédulas e moedas. Um mundo sem elas seria aquele em que todas as transações seriam feitas por algum meio digital – mesmo que exista um intermediário físico, como o cartão de crédito, por exemplo.

E nós estamos caminhando em direção a esse mundo? A resposta curta é sim, estamos caminhando nessa direção. Entre cartões, pagamentos instantâneos, transferências entre contas, QR Code, existem hoje dezenas de formas de fazer transações financeiras sem nunca tocar em papel-moeda. Mas será que é tão simples assim prever a extinção do dinheiro físico?

Um em cada quatro brasileiros não tem acesso à internet. Isso significa cerca de 46 milhões de pessoas offline. O dado é da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – Tecnologia da Informação e Comunicação (Pnad Contínua TIC), divulgada em abril de 2020. Em áreas rurais, o índice de brasileiros sem rede chega a 53,5%.

Para boa parte dessas pessoas, meios físicos de pagamento não são só uma opção. São uma necessidade. Mesmo que você não necessariamente precise de internet para ter um cartão, é fato que há lugares no Brasil (e no mundo) em que pagamento digital está muito longe de ser uma realidade.

Isso não significa que os meios digitais não estejam avançando. Muito pelo contrário. A pandemia agilizou o processo de digitalização de pagamentos em três anos, segundo dados do Data Nubank. Com a necessidade do distanciamento social, as pessoas aumentaram o uso de meios digitais para fazer transações – as compras online no cartão Nubank, por exemplo, chegaram a 45% em abril de 2020, um patamar que só era esperado para 2023.

A chegada do Pix. O novo meio de pagamentos instantâneos do Banco Central também vem se disseminando com rapidez. Segundo o BC, mais de 140 milhões de transações foram feitas desde dezembro.

Do outro lado da balança... Parece contraditório, mas, ainda que os pagamentos digitais venham aumentando, a demanda por papel-moeda também cresceu em meio à pandemia. Em julho, o Banco Central comunicou a criação da nota de R$ 200 e citou como uma das justificativas o fato de que o Brasil estava passando por um processo de entesouramento: em outras palavras, pessoas acumulando dinheiro físico em casa.

Como assim? Todo ano, o BC faz uma estimativa de quanto dinheiro físico precisa estar disponível à população. A expectativa para 2020 era que o pico de dinheiro em circulação fosse de R$ 301 bilhões em dezembro. Só que já em abril, o pico foi de R$ 342 bilhões. A explicação do Banco Central foi de que, em momentos de incerteza, as pessoas ainda se voltam para as reservas de dinheiro, que conhecem melhor.

Ou seja: dinheiro físico ainda importa muito. Em 2019, ele era o principal meio de pagamento para 71% dos brasileiros, segundo o Instituto Locomotiva – no caso de pessoas das classes D e E, essa estatística pula para 89%.

Mas o Brasil e o mundo caminham, sim, nessa direção. Ao se referir a uma sociedade sem dinheiro físico na década de 1950, os estudiosos falavam que todas as transações seriam feitas com um cartão de plástico. Bom, até o fim de 2018, o Brasil tinha quase 99 milhões de cartões de crédito e mais de 115 milhões de cartões de débito ativos, segundo o BC. Conforme o mundo avança, nossas definições de novas tecnologias também mudam.

O dinheiro físico tem os dias contados? É pouco provável – pelo menos em um futuro previsível. Segundo um artigo da professora de Harvard Shelle Santana, estamos caminhando para um mundo com cada vez menos dinheiro físico. Mas não com ele totalmente eliminado.

Acelerar a digitalização dos meios de pagamento tem várias vantagens, como a diminuição de custos de produção, a praticidade e a documentação das transações. Mas garantir que uma parcela da sociedade não seja excluída do mundo financeiro é essencial.

Fonte: Blog Nubank

Seis coisas que você não deve fazer ao usar o Pix

Veja como evitar cobranças indevidas e transferências equivocadas no sistema de pagamentos


A chegada do Pix promete modernizar e agilizar as transferências no Brasil com liquidação em até 10 segundos e sem restrição de data ou horário. O funcionamento do sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, no entanto, ainda gera dúvidas entre usuários. Isso porque, embora traga vantagens, o serviço diferencia-se em alguns aspectos dos modelos DOC e TED.

Dessa forma, utilizar o sistema requer atenção redobrada no momento de cadastrar e compartilhar chaves e realizar transferências. Veja, a seguir, sete coisas que não se deve fazer na hora de usar o Pix para evitar problemas e não cair em armadilhas.

1. Cadastrar a mesma chave em bancos diferentes - Uma mesma chave não pode ser cadastrada em diferentes bancos. Caso o consumidor queira utilizar uma chave já cadastrada em outra instituição, é necessário realizar a portabilidade. O procedimento deve ser iniciado no aplicativo do banco que será realizado o cadastro, seguido da confirmação de um código recebido por telefone ou e-mail e autenticação na instituição original.

É possível, no entanto, cadastrar várias chaves do mesmo tipo em um único banco, desde que elas sejam diferentes. Usuários que têm mais de uma linha telefônica ou vários endereços de e-mail, por exemplo, não são impedidos de registrar todos eles no mesmo banco. Vale lembrar que uma única instituição pode acumular o máximo de cinco chaves de qualquer tipo por cliente.

2. Errar a chave na hora de transferir o dinheiro - O usuário deve ficar atento e se certificar que a chave de destino está correta antes de finalizar uma transferência. O Pix consiste em um sistema de transações que se efetivam de forma instantânea, com liquidação em tempo real e irreversíveis. Dessa maneira, confira sempre se o nome da pessoa e o trecho do CPF que aparecem na tela de confirmação são realmente do destinatário desejado antes de efetuar a transação.

Segundo o Banco Central, nada impede de haver uma transferência reversa para o remetente em caso de engano, mas a outra parte deve concordar. Por isso, trata-se de uma possível devolução voluntária, e não um estorno mediado, como acontece com o cartão de crédito.

3. Pagar por uma transferência - O Pix deve ser disponibilizado gratuitamente para pessoas físicas até o teto de 30 transações por mês. Por isso, consumidores que se enquadram nesse critério não pagam taxas de transferência no sistema, independentemente do banco ou tipo de conta. A instituição financeira só tem autorização para cobrar do cliente se o limite é estourado, ou em qualquer situação no caso de Pessoa Jurídica. Dessa forma, é importante ficar atento a eventuais cobranças de tarifas pelo uso do serviço.

4. Fornecer chaves com dados pessoais a estranhos - Além de CPF, e-mail e número de telefone, a chave do Pix pode ser um código gerado aleatoriamente. Essa modalidade é mais indicada para quem precisa receber transferências de desconhecidos e não deseja compartilhar informações pessoais para não comprometer a privacidade e a segurança. Vale lembrar que, caso não queira utilizar a chave aleatória gerada no aplicativo do banco, o consumidor tem a opção de criar e-mails alternativos para fornecer a pessoas fora de seu círculo de confiança.

5. Ler QR Codes suspeitos - A leitura de QR Code para fazer um Pix pode ser usada como iscas por golpistas. Na hora de pagar com leitura de código QR, é preciso se certificar de que a pessoa ou estabelecimento é confiável. Use sempre o aplicativo do banco para pagar e desconfie, por exemplo, se o celular pedir para abrir um link fora do app da instituição financeira. A leitura do código também não deve resultar no download de nenhum arquivo no aparelho.

6. Deixar o celular desprotegido - As mesmas precauções de segurança com aplicativos de bancos valem para o Pix. Como o sistema não tem um app próprio, é preciso ter cautela com os serviços financeiros no smartphone para não ser alvo de golpes. Por isso, nunca use senhas fáceis de descobrir e mantenha o telefone protegido com biometria sempre que possível. Em celulares Android, dê preferência para leitor de digitais e de íris e evite usar reconhecimento facial, recurso que é mais seguro no iPhone.

Por: Paulo Alves | Fonte: Tech Tudo 

Juros do consignado nunca foram tão baixos

 Juros médios do consignado estão em 1,4% ao mês, o menor patamar da história


Foto: Steve Buissinne/Pixabay

O crédito consignado é uma modalidade de financiamento pessoal com uma das menores taxas de juros do mercado. O custo é baixo porque as parcelas do empréstimo são descontadas do salário, diretamente na folha de pagamento. Apesar de ser um tipo de crédito sem garantia, os bancos conseguem praticar juros menores em razão da previsibilidade dos pagamentos.

Desde 2018, o custo do crédito consignado está em queda no Brasil. No último ano, as taxas médias caíram de 21% para 18% ao ano, de acordo com dados do Banco Central. Em novembro de 2020, último dado disponível, os juros estavam no piso histórico para a modalidade, em 1,4% ao mês.

Naturalmente, parte dessa diminuição se deve à própria queda da taxa básica de Juros, a Selic, que está em 2% ao ano, o menor patamar da história.

Outra razão para a queda do custo da modalidade foi a entrada de novos competidores. Bancos médios, que antes não tinham participação no consignado, e bancos digitais passaram a investir pesado na captação de clientes para essas linhas de crédito. De acordo com a Associação Brasileira de Bancos (ABBC), que representa as instituições financeiras menores, o número de bancos médios e fintechs atuando com o consignado saltou para 30.

“A tendência é a de aumento da competitividade. Como boa parte da carteira está na mão das grandes instituições, há ainda bastante espaço para o crescimento dos bancos menores”, diz Alex Sander Gonçalves, diretor da ABBC e executivo do banco Pan. Ele diz que as fintechs e os bancos digitais têm investido pesado em tecnologia para oferecer novos canais de atendimento e de oferta de produtos para os clientes.

A razão para o investimento é simples: o consignado é uma linha com baixa inadimplência e boas margens. Além da vantagem dada pelas próprias categorias do produto, os bancos que atuam no segmento podem oferecer ao cliente uma troca de dívidas mais caras (em que o nível de atraso e de calote é maior) pelo crédito consignado.

Por: Bianca Alvarenga | Fonte: Exame

Aposentadoria com reajuste começa a ser paga nesta segunda, 25 de janeiro


Foto: Edar/Pixabay

O calendário de pagamento dos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já foi divulgado em 2021. Logo, aproximadamente 35 milhões de aposentados e pensionistas já podem consultar quando vão receber seus benefícios ao longo de todo ano.

Reajuste nos benefícios

É importante destacar que os segurados do INSS que recebem o benefício com valor de um salário mínimo terão o benefício reajuste de R$ 1.045 para R$ 1.100. Os pagamentos vão acontecer entre os dias 25 de janeiro a 5 de fevereiro.

Vale lembrar que para os beneficiários que recebem o benefício com valor superior ao salário mínimo terão uma correção de 5,45%. Para este grupo apesar dos pagamentos começarem no dia 25, para quem recebe mais que um salário mínimo o calendário de pagamentos começa no dia 1º de fevereiro.

Calendário de pagamento

O calendário de pagamentos divulgado pelo INSS para 2021 ocorrem entre os dias 25 de janeiro até 07 de janeiro de 2022. Onde as datas podem variar conforme o valor do benefício.

Por fim, vale lembrar que o cronograma é definido a partir do digito final do cartão do benefício. Mas fique atento, o seguro que teve o benefício concedido recentemente, o último digito verificador, ou seja, aquele que vem após o traço deverá ser desconsiderado. Já que os segurados que possuem o benefício a mais tempo continuarão nas mesmas datas habituais.

Para conferir o calendário completo, clique aqui.

Fonte: Jornal Contábil

Índice que reajusta aposentadoria de quem ganha acima do mínimo fica em 5,45% em 2020


Foto: Steve Buissinne/Pixabay

Teto da Previdência Social deverá subir de R$ 6.101,06 para R$ 6.433,50 em 2021. Índice ficou acima do reajuste do salário mínimo de 2020, que foi de 5,26%.

IPCA: inflação oficial fecha 2020 em 4,52%, maior alta desde 2016

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado como referência para o reajuste dos benefícios previdenciários, ficou em 5,45% em 2020, segundo divulgou nesta terça-feira (12) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A portaria que oficializa o reajuste dos benefícios para 2020 ainda precisa ser publicada no "Diário Oficial da União" (DOU) pelo governo federal.

Com o reajuste, o teto da Previdência Social deverá subir de R$ 6.101,06 para R$ 6.433,50 em 2021. Esse passa a ser também o valor de referência para calcular o desconto nos salários dos trabalhadores com carteira assinada.

Confirmado o reajuste de 5,45% para aposentados e pensionistas do INSS que recebem benefícios com valor acima de um salário mínimo, o aumento será maior que o do salário mínimo em 2020, que teve reajuste de 5,26% e passou de R$ 1.045 para R$ 1.100.

O valor do salário mínimo de 2020 foi definido pelo governo federal considerando a mediana das projeções do mercado financeiro para a variação do índice de inflação no ano de 2020. Como o salário mínimo é corrigido pelo INPC e a variação foi diferente da projetada pelo governo no final de 2020, o valor pode ter nova atualização.

Em 2018 e 2017, o reajuste para os aposentados e pensionistas que recebem acima de 1 salário mínimo também foi superior ao aumento do salário mínimo, após uma sequência de 19 anos de percentuais inferiores.

Entenda o reajuste pelo INPC

O INPC é usado como índice de reajuste desde 2003. Até 2006 não havia um índice oficial. Antes disso, chegaram a ser utilizados o IPC-r, o IGP-DI e índices definidos administrativamente.

O índice é calculado pelo IBGE desde 1979, se refere às famílias com rendimento monetário de 1 a 5 salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília.

Já o IPCA, considerado a inflação oficial do país, se refere às famílias com rendimento monetário de 1 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e também abrange 10 regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília.

Fonte: G1

Já está em vigor novo salário mínimo de R$ 1.100


Para reajuste sem aumento real, governo levou em conta previsão de inflação de 5,22% em 2020 pelo INPC | Foto: Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas

Já está em vigor o novo valor do salário mínimo, que passou a ser de R$ 1.100 em 1º de janeiro. O anterior era R$ 1.045. A Medida Provisória 1.021/2020, que estabeleceu o reajuste, foi publicada no Diário Oficial da União em 30 de dezembro. Com a mudança, o valor diário do salário mínimo passou a ser de R$ 36,67 e o valor horário, R$ 5.

O reajuste repôs perdas com a inflação e, portanto, não teve aumento real. Mas está acima dos R$ 1.088 previstos pelo Poder Executivo na proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovada pelo Congresso Nacional em dezembro. Isso porque o governo levou em consideração a alta, principalmente, dos preços dos alimentos e a revisão da bandeira tarifária da energia elétrica. Para o reajuste, a equipe econômica usou uma previsão de alta de 5,22% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que serve de base para a correção anual do salário mínimo.

“Dessa forma, para que não houvesse perdas para os trabalhadores, utilizou-se o dado posteriormente divulgado do INPC para novembro, o qual não era disponível quando da produção da grade de parâmetros, referência para a PLOA-2021 [Projeto de Lei Orçamentário Anual]”, explica a equipe econômica na exposição de motivos da medida provisória.

Obrigação constitucional

A equipe econômica salientou que a correção do valor do salário mínimo é obrigação constitucional e não afeta o compromisso do governo com o teto de gastos e com o ajuste fiscal.

Apesar de já estar em vigor, o reajuste precisa ser confirmado pelo Congresso Nacional, uma vez que o governo o fez por meio de uma medida provisória.

Fonte: Agência Senado | Com informações da Agência Brasil