O que é refinanciamento de empréstimo consignado?


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A princípio, o refinanciamento de empréstimo consignado é usado para situações em que é necessário economizar ou precisa de mais dinheiro. Portanto, com o refinanciamento, você consegue mais crédito sem a necessidade de fazer um novo contrato em uma credora diferente. 

Em resumo, para solicitar o refinanciamento de empréstimo consignado, é necessário que uma parte das parcelas do empréstimo anterior já estejam pagas (de 15% a 30%).  Contudo, a operação é regida pela Lei nº 10.820/2003, que regulamenta o empréstimo consignado. Portanto, ao refinanciar, a dívida é quitada e a diferença é liberada como novo saldo. 

Serve de grande ajuda para aqueles que precisam de dinheiro mas não tem mais uma margem consignável já atingiu o limite da margem, o contratante precisa de um novo empréstimo mas não quer fazer outro empréstimo e se o contratante tem interesse em reduzir as parcelas. As vantagens do refinanciamento são que, por exemplo, ele mantém o mesmo valor da parcela, possibilita a redução de juros, libera dinheiro e não faz consultas ao SPC e Serasa.

Fonte: Internet

Dicas para evitar problemas na contratação de empréstimo consignado

Com expansão na oferta de crédito consignado, mercado prevê aumento na demanda

Foto: Internet

O agravamento da pandemia e o aumento da oferta de crédito consignado devem provocar uma alta na procura por empréstimo. 

Com a entrada em vigor da medida provisória que amplia de 35% para 40% a margem de empréstimo consignado para segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), servidores público e militares, a projeção do INAF (Instituto Nacional do Agente Financeiro) é que sejam injetados na economia, até o final do ano, cerca de R$ 100 bilhões.

Com juros mais baixos e maior facilidade de contratação, a modalidade é a esperança para muitos brasileiros sufocados pela crise. Mas para evitar que a solução se torne um novo problema, é preciso tomar alguns cuidados na hora de realizar a operação.

A especialista em mercado de crédito Yasmin Melo, também presidente do INAF, faz algumas recomendações para quem está planejando fazer um empréstimo consignado. Confira.

Certificação - Procure saber se o correspondente bancário que está te atendendo é certificado na Febraban (Federação Brasileira de Bancos) ou à Anesp (Associação Nacional dos Profissionais e Empresas Promotoras de Crédito e Correspondentes no País).

Liberação de valores - Desconfie de liberação de valores muito alto, que ultrapassem a sua margem para empréstimo.

Pagamentos antecipados - Não faça pagamentos antecipados. As empresas credenciadas não exigem nem um depósito antecipado para liberação do empréstimo. Desconfie. Qualquer pagamento antecipado para liberação de empréstimo consignado é fraude.

Verifique informações - Verifique as informações da empresa. Confira o endereço, o telefone e pesquise se a empresa tem reclamações de outros clientes. 

Lembre-se que por conta da pandemia, muitas empresas adotaram o home oficce. A sugestão é fazer uma chamada de vídeo para conhecer a pessoa e a empresa que estão se atendendo.

Crédito consignado - Yasmin explica que o crédito consignado é um dos mais baratos e acessíveis à população. 

“O crédito transforma vidas. E em tempos de crise, como a provocada pela pandemia, com aumento do desemprego e queda na renda, o acesso ao crédito é uma das formas mais rápidas de ajudar o cidadão. O acesso ao crédito permite que ele volte a pagar suas contas e a comprar, movimentando a economia”, afirma. 

Porém, a especialista ressalta que apesar de todas as vantagens, a modalidade é vista como uma grande vilã do sistema financeiro em função de práticas irregulares cometidas por uma minoria.

Para profissionalizar cada vez mais o setor, o INAF tem realizado capacitações e cursos de treinamento. 

“A classe de correspondente bancário existe há décadas e vem bancarizando um público até então esquecido pelas grandes instituições. Mas diariamente temos que combater uma insistente campanha instalada contra o setor, além de rebater atos errôneos atribuídos à categoria”, afirma.

O Brasil tem mais de 1,5 milhão de correspondentes bancários, responsáveis por quase 50% do crédito consignado liberado no país.

Por: Danielle Nader | Fonte: Contábeis

Margem do crédito consignado pode aumentar para 45%


Foto: Rafa Press

A margem do crédito consignado poderá aumentar para 45%, pelo menos é o que diz o texto do Projeto de Lei (PL) que tramita na Câmara dos Deputados.

Alexandre Leite (DEM-SP) é o autor do PL 1973/20 que prevê o aumento da margem do empréstimo consignado de 35% para 45%. O texto acrescenta um artigo à Lei 13.979/20, que regula o enfrentamento à pandemia no Brasil. A apresentação da proposta aconteceu depois que o Congresso Nacional reconheceu, por meio de decreto legislativo (que a vigência expirou em 2020), emergência de saúde pública de importância Internacional.

Tramitação

Na Câmara dos Deputados, o PL está tramitando em caráter conclusivo e em breve será analisado pelas comissões de seguridade Social e Familiar, dos Direitos da Pessoa Idosa; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; dos Direitos da Pessoa Idosa; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Aumento da margem para 40% aprovado

O governo federal aumentou de 35% para 40% a margem para concessão de empréstimo consignado para aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) durante a pandemia de Covid-19. A decisão está na MP (Medida Provisória) 1.006/20, que terá validade até 31 de dezembro de 2021.

Por: Jorge Roberto Wrigt Cunha | Fonte: Jornal Contábil

Empréstimo consignado: comece a pagar após 120 dias

Nova lei do consignado amplia o limite do crédito consignado para aposentados durante pandemia e permite o adiamento dos pagamentos por 120 dias

Foto: lookstudio/Freepik

A nova lei que amplia o limite do crédito consignado para aposentados durante a pandemia permite o adiamento dos pagamentos das parcelas dos empréstimos por 120 dias. A determinação está no artigo 4 da Lei 14.131, sancionada no mês de março pelo presidente Jair Bolsonaro.

A lei prevê a possibilidade de suspensão das parcelas do empréstimo por quatro meses, com a manutenção dos juros contratados. A proposta foi apresentada pelo parlamentar cearense Danilo Forte (PSDB), autorizando a concessão de carência, por até 120 dias, para novas operações de crédito.

Pela lei, também fica autorizado o aumento de 35% para 40% do limite da margem de crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS com base no valor do benefício.

Desse limite, 35% são para empréstimos consignados e 5% para cartão de crédito. O aumento vale até 31 de dezembro de 2021 e foi publicado no Diário Oficial da União.

Fonte: + O Povo

Quais as condições para contratar empréstimo consignado?


Foto: Google

Com a digitalização do mercado, o surgimento das fintechs e o advento da gestão 4.0, está ocorrendo uma revolução no mercado financeiro e, em muitos pontos, elas são benéficas ao trabalhador. O empréstimo consignado pode ser uma das vantagens dessa evolução.

Entre as principais estão as fortes quedas das taxas de juros para o crédito consignado, que é um empréstimo com pagamento indireto, cujas parcelas são deduzidas diretamente da folha de pagamento ou benefício da pessoa física.

Veja logo abaixo a diferença entre as taxas e qual a melhor opção para sua necessidade.

No segmento corporativo que oferta as taxas mais agressivas, pelo menos há dois anos as taxas de juros variam entre 4% a 5% no crédito consignado e atualmente temos taxas de 0,99%. Ou seja, um funcionário que consumia o crédito entre 4% e 5%, atualmente obtém uma taxa de 0,99%.

Essa modalidade de crédito possibilita que o colaborador da empresa consiga uma dívida mais saudável e mais fácil de ser efetuado o pagamento.

Em comparação à modalidade CDC direto são 7% de taxa de juros e uma dívida sem garantia de recebimento. No crédito consignado quem dá a garantia é o próprio emprego. 

Em algumas instituições bancárias as taxas podem variar de 8% a 13%. Habitualmente são aquelas taxas de quem empresta para negativado, com maior chance de inadimplência.

O colaborador faz a associação das altas taxas cobradas no mercado a uma remuneração ruim, o que nem sempre é real.

Uma vez que ele consiga consumir o mesmo empréstimo com uma taxa de 0,99%, acarreta em uma economia de pelo menos 35%.

Como funciona o crédito consignado?

A cobrança das parcelas do empréstimo consignado não é feita por desconto em conta corrente ou através de um boleto bancário, como em outros tipos de empréstimo.

O desconto é realizado diretamente do benefício INSS de aposentados e pensionistas, ou do salário de funcionários públicos ou privados.

Veja a documentação necessária para contratar: 

  • RG;
  • CPF;
  • Comprovante de residência atualizado;
  • Comprovante de renda mais recente.

O valor disponível para contratação no crédito consignado deve estar dentro do valor máximo do salário que pode ser comprometido para pagamento das mensalidades.

Por: Jheniffer Freitas | Fonte: FDR

Lei aumenta a margem de crédito consignado para 40%

Ampliação da margem do crédito consignado está vinculada aos impactos da pandemia Covid-19 na economia

Foto: asierromero/Freepik

O Diário Oficial da União publicou na manhã desta quarta-feira, 31, a Lei nº 14.131/2021 que amplia de 35% para 40% a margem de empréstimo consignado para segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), servidores públicos e militares.

Dos 40% da margem, 5% devem ser destinados para saque ou pagamento da fatura do cartão de crédito. O prazo limite para as novas contratações, que tinha acabado em 31 de dezembro de 2020, passará a ser 31 de dezembro de 2021.

Em nota, o Ministério da Economia afirmou que a urgência da aprovação da medida está vinculada aos impactos da pandemia Covid-19 na economia.

O objetivo da medida era possibilitar que beneficiários do INSS tivessem maior acesso à modalidade de crédito consignado, que possui juros reais menores quando comparado a outras linhas de crédito disponíveis às pessoas físicas.

De acordo com a pasta, a medida foi proposta considerando estatísticas do Banco Central do Brasil relativas a julho de 2020, que mostravam que a taxa média de juros do crédito consignado para beneficiários do INSS foi de 1,6% ao mês, e para o crédito pessoal sem consignação foi de 5,1% ao mês.

"Soma-se a este fato que, ao longo da pandemia da Covid-19, a concessão de crédito consignado aos beneficiários do INSS apresentou crescimento de 27,6% em julho de 2020 (R$ 8,5 bilhões) em relação a janeiro do mesmo ano", diz a nota.

Recurso extra

Com a medida, o INAF (Instituto Nacional do Agente Financeiro) projeta que sejam injetados na economia, até o final do ano, cerca de R$ 100 bilhões.

Uma pesquisa realizada pelo instituto mostra que os aposentados devem utilizar o recurso extra para pagar contas essenciais, quitar dívidas, comprar alimentos e remédios, além de ajudar familiares que perderam o emprego na crise.

Para Yasmin Melo, presidente do INAF, muitas pessoas que têm dívidas com juros altos poderão trocá-las pelo consignado, que têm taxas menores. 

“Há um grande número de trabalhadores endividados e sem acesso a crédito barato por conta dos reflexos da pandemia, como o desemprego. O aumento da margem vai ajudar diversos setores a movimentar a economia”, avalia Yasmin.

Por: Danielle Nader | Fonte: Contábeis

Recorde: volume do crédito consignado supera R$ 440 bilhões

Com recorde de 14% a mais que o ano anterior, o volume do crédito consignado tem o valor mais alto já registrado na sua modalidade de empréstimo

Foto: Gerd Altmann/Pixabay

O volume do crédito consignado surpreende ao bater o recorde de janeiro de 2020, mesmo no ano da pandemia. Conforme os dados recolhidos pelo do Banco Central, a demanda por crédito consignado subiu 14%, com R$ 442,8 bilhões de empréstimos contratados, quando em 2020 foram feitos R$ 388,6 bilhões.

Esta forma de empréstimo é oferecida para quem tem salário, aposentadoria ou pensão que já são creditados em conta corrente. O que acontece é que o empréstimo consignado é descontado diretamente da folha de pagamento ou da folha da aposentadoria do cliente, sendo um dos pré-requisitos.

Quais são as taxas do crédito consignado?

As taxas do empréstimo variam conforme o perfil do cliente. Dessa forma, são:

  • De 1,51% a 1,73% para aposentados;
  • 1,28% a 1,65% para funcionário público;
  • 1,45% a 2,40% por para funcionário do setor privado.

Entretanto, no dia 10/03, o Senado aprovou a proposta de aumento de 35% para 40% na margem de crédito consignado para os beneficiados pelo INSS, assim como servidores públicos, militares e servidores privados. Com isso, a margem de empréstimo que compromete parte do salário teve aumento de 5%. 

Fonte: Seu Crédito Digital